Para quem tem diabetes, um corte errado pode ser fatal. Proteja sua saúde com um acompanhamento clínico especializado, protocolos de biossegurança e 15 anos de experiência em prevenção de complicações.
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Para quem tem diabetes, a cicatrização é mais lenta e a sensibilidade nos pés pode estar reduzida. Isso significa que você pode se machucar e não sentir, abrindo porta para infecções que evoluem rapidamente.
A perda de sensibilidade faz com que muitos diabéticos tentem cortar calos ou unhas em casa e acabem criando feridas profundas sem perceber. Na podologia clínica, isso nunca acontece.
Para quem tem diabetes, a cicatrização é mais lenta e a sensibilidade nos pés pode estar reduzida. Isso significa que você pode se machucar e não sentir, abrindo porta para infecções que evoluem rapidamente.
A perda de sensibilidade faz com que muitos diabéticos tentem cortar calos ou unhas em casa e acabem criando feridas profundas sem perceber. Na podologia clínica, isso nunca acontece.
No Brasil, a diabetes é a maior causa de amputações não traumáticas. O que começa com uma simples unha encravada ou um calo mal cortado pode se transformar em uma úlcera profunda que leva à perda do membro em poucos dias.
A perda de sensibilidade (neuropatia) é silenciosa. Você pode estar com uma ferida aberta e não sentir absolutamente nada até que a infecção atinja o osso. O acompanhamento clínico não é um luxo, é a única forma de garantir que você continuará caminhando.
Tratamento conduzido por Especialista com Pós-Graduação em Diabetes e 15 anos de experiência clínica.
O diabético muitas vezes tem a visão comprometida ou perda de sensibilidade nos pés (neuropatia). Isso faz com que você possa se cortar sem perceber. Um pequeno ferimento pode evoluir para uma infecção óssea e amputação em poucos dias. Na clínica, usamos iluminação cirúrgica e técnica especializada para sua segurança total.
O padrão ouro para a segurança do diabético é o acompanhamento mensal. Em 30 dias, unhas crescem e calosidades podem surgir, criando pontos de pressão que geram úlceras invisíveis. A visita mensal garante que qualquer problema seja detectado e resolvido antes de se tornar uma emergência.
Sim! A Liana possui pós-graduação em Tratamento de Feridas e utiliza protocolos avançados com Laserterapia e Ozonioterapia para acelerar a cicatrização e combater infecções. Se você notou qualquer alteração, a hora de agir é agora.
Não faça parte das estatísticas de amputação. Garanta sua Consulta Bonificada ao iniciar seu acompanhamento preventivo hoje.
Proteger Meus Pés AgoraEXCELENTE Com base em 207 avaliações Publicado em Sandra Luzinete Felix de Freitas12/02/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Liana é uma ótima profissional. Gostei bastante do atendimento na clínicaPublicado em mirian Marconi10/02/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente atendimento. Profissional Liane, experiente, educada e é muito simpáticaPublicado em Roseli Gomes09/02/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Foi um alívio, graças a Deus 🙏Publicado em Jane Coutinho06/02/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Trabalho maravilhoso! Super recomendo!Publicado em Cristina Treu22/01/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. O atendimento foi para a minha mãe, que é idosa e foi excelente desde a recepção. A clínica é confortável, espaçosa e tem muita acessibilidade. Quanto à podologista Liana, só tenho elogios, muito atenciosa, paciente e cuidadosa com todos os detalhes. Estão todos de parabéns!!Certificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
A neuropatia diabética silencia os sinais de alerta. Feridas evoluem sem dor. Infecções se aprofundam sem aviso. O acompanhamento especializado não é sobre conforto — é sobre manter seus dois pés.
85% das amputações em diabéticos começam com uma lesão pequena e ignorada. Não porque era inevitável — mas porque não houve acompanhamento especializado a tempo. Esse é exatamente o ciclo que quebramos aqui.
O diabetes não avisa quando está destruindo os nervos e os vasos dos seus pés. Ele age em silêncio — por meses, por anos. É por isso que o problema chega avançado na maioria das vezes: não faltou atenção, faltou informação sobre o que olhar.
O excesso de glicose danifica os nervos periféricos dos pés ao longo do tempo. O resultado: perda progressiva da sensibilidade — dor, calor, pressão e lesões deixam de ser sentidos normalmente.
O diabetes também compromete os vasos sanguíneos, reduzindo o fluxo de sangue para os pés. Com menos circulação, a capacidade de cicatrização fica gravemente comprometida.
Sem neuropatia ou doença vascular. Acompanhamento mensal preventivo para manter esse quadro.
Sensibilidade já comprometida. Acompanhamento mensal para monitorar progressão e proteger a pele.
Neuropatia com deformidades ou doença vascular. Protocolo mensal intensivo com avaliação estruturada.
Histórico de úlcera ou amputação. Acompanhamento mensal obrigatório — sem exceção.
A maioria dos pacientes que chega à clínica nunca recebeu uma avaliação formal do risco do pé diabético. Na consulta inicial, Liana realiza a semiologia completa — neurológica, vascular, biomecânica — e você sai sabendo exatamente em que categoria está e o que fazer a partir de agora.
O perigo do pé diabético é que muitos sinais graves aparecem sem dor — justamente por causa da neuropatia. Se você tem diabetes, esses sinais exigem avaliação imediata.
Qualquer ferida no pé de um diabético que não fechar em 2 semanas é sinal de comprometimento vascular sério.
Pode indicar infecção profunda ou Charcot agudo — condição grave que destrói os ossos do pé se não tratada rapidamente.
Indica infecção ativa. Em diabéticos, infecções se aprofundam rapidamente e podem atingir tendões e ossos.
Sinais clássicos de neuropatia periférica — indicam que a sensibilidade protetora está comprometida.
Em diabéticos, calos aumentam a pressão local e podem gerar úlceras por baixo deles — sem que o paciente sinta.
Assimetria de temperatura entre os pés pode indicar doença arterial periférica com redução de fluxo sanguíneo.
Avaliação completa e biomecânica dos pés — com classificação de risco e protocolo personalizado.
Curativos especializados, desbridamento e acompanhamento da cicatrização com laser DMC.
Protocolo específico para desencravamento sem risco de infecção — com atenção redobrada à cicatrização.
Remoção especializada de calosidades com identificação e alívio dos pontos de pressão.
Manutenção periódica dos pés para previnir e/ou identificar e tratar problemas antes que virem complicações.
Ensino de autocuidado: como inspecionar os pés, higiene correta, calçados adequados e quando buscar ajuda.
Avaliação neurológica (sensibilidade, reflexos), vascular (pulsos, temperatura), biomecânica (deformidades, pontos de pressão) e dermatológica (feridas, calos, micoses, unhas). Classificação do risco e definição do protocolo de acompanhamento ideal para o seu caso.
Unhas encravadas, calos, feridas e micoses recebem tratamento imediato com protocolo específico para diabéticos — técnica adaptada, maior cautela na cicatrização e uso de laser DMC quando indicado. Nenhum procedimento é feito sem considerar o quadro sistêmico do paciente.
Liana ensina o autocuidado correto: como examinar os pés diariamente, o que observar, higiene adequada, como cortar as unhas com segurança, quais calçados usar e em que situações buscar atendimento imediato.
Independentemente do grau de risco, recomendamos acompanhamento mensal para todos os nossos pacientes diabéticos. O pé diabético muda mais rápido do que parece: uma calosidade que não existia no mês passado pode estar gerando pressão perigosa agora. A visita mensal é o que permite agir antes — não depois.
Calos, pressões, fissuras e alterações de sensibilidade surgem rapidamente — o intervalo mensal garante que nada passe despercebido
A neuropatia e a doença vascular progressam — o acompanhamento mensal detecta essa evolução e ajusta o protocolo antes que o quadro piore
Uma consulta mensal de manutenção evita procedimentos mais complexos — e protege a qualidade de vida a longo prazo
Qualquer mudança nos pés que acontecer no intervalo — dúvida, sintoma novo, calçado diferente — tem resposta profissional garantida na próxima visita
Liana Gonçalves acumulou três pós-graduações diretamente relacionadas ao paciente diabético: Diabetes e Complicações Crônicas, Enfermagem em Dermatologia e Tratamento de Feridas, e Geriatria e Gerontologia — perfil de paciente que concentra os casos mais graves de pé diabético. Além disso, tem especialização em Semiologia do Pé Diabético, que é a avaliação diagnóstica completa que orienta todo o protocolo de cuidados.
Isso significa que ela não trata o pé como um problema isolado. Cada decisão considera o quadro completo do paciente: nível de controle glicêmico, tempo de doença, uso de medicamentos, risco vascular. É o que diferencia o atendimento clínico especializado do cuidado genérico.
Pós-graduação em Diabetes e Complicações Crônicas · Especialização em Semiologia do Pé Diabético · Participação no CIAP Internacional 2023, 2024 e 2025 — congresso com forte foco em pé diabético e feridas complexas.
Indicada por médicos endocrinologistas e clínicos gerais de Campo Grande para o acompanhamento especializado dos pés de seus pacientes diabéticos.
"Excelente atendimento, a atenção e o carinho começa na recepção, sou grata por ter a oportunidade de conhecê-las."
"Equipe extremamente cuidadosa, profissionais ótimos, fazem questão de falar cada detalhe do procedimento e te deixar segura"
"Alto profissionalismo no atendimento, passando confiança ao cliente, muito cuidado com cada detalhe da sessão. Recepção agradável ."
Sim — e a frequência ideal é mensal, independentemente do tempo de diagnóstico ou do controle glicêmico. O pé diabético é dinâmico: calosidades surgem, a sensibilidade muda, pontos de pressão aparecem sem aviso. O acompanhamento mensal é o que garante que qualquer alteração seja identificada e tratada antes de se tornar um problema sério. Não existe "diabético controlado demais para precisar de acompanhamento" — existe diabético protegido e diabético exposto ao risco.
Sim. Não espere. Feridas que não cicatrizam em diabéticos são sinal de comprometimento vascular — e podem evoluir para úlceras profundas e infecções graves em questão de dias. Quanto mais cedo for avaliada e tratada, menor o risco de complicações sérias. Entre em contato pelo WhatsApp agora mesmo.
Com cuidado e técnica correta, sim — mas há regras importantes. As unhas devem ser cortadas reto, nunca em curva, e nunca muito rente. Nunca use tesoura de ponta fina. Boa iluminação é essencial — muitos diabéticos com neuropatia não percebem quando se machucam. Liana ensina a técnica correta na consulta. Para quem tem dificuldade de visão ou mobilidade, a podoprofilaxia periódica é a opção mais segura.
Calçados fechados, com bico arredondado e espaço suficiente para os dedos, solado antiderrapante e interior sem costuras salientes. Nunca andar descalço — nem em casa. Evitar sandálias abertas que exponham os dedos. Para quem tem deformidades, calçados ortopédicos ou palmilhas personalizadas podem ser indicados. Cada caso é avaliado individualmente na consulta.
Sim — e é o modelo ideal de cuidado. Liana trabalha de forma integrada com a equipe médica do paciente, podendo emitir relatórios e encaminhar comunicações ao médico responsável quando necessário. Vários endocrinologistas e clínicos gerais de Campo Grande já indicam a clínica especificamente para esse acompanhamento integrado.
Sim — e essa é exatamente a função do acompanhamento especializado. Estudos mostram que programas de cuidado preventivo do pé diabético reduzem em até 85% o risco de amputação. A grande maioria das amputações começa com uma pequena lesão ignorada que evolui por falta de tratamento adequado. Identificar e tratar precocemente é o que faz toda a diferença.
Quem tem diabetes sabe que o risco é real. O que muitos ainda não sabem é que com acompanhamento especializado ele é amplamente controlável. Agende agora — saia da consulta sabendo exatamente qual é o seu grau de risco e o que fazer a partir de hoje.
Seg–Sex · 8h às 12h e 13h às 17h
Rua Doutor Arthur Jorge, 2523 · Campo Grande-MS